Leandro Lima

Google Women Techmakers

Por | Comentários: 1

Saiba tudo que rolou no Evento Women Techmakers São Paulo com fotos, slides das palestras e comentários de cada atividade.

A Google é uma empresa que acredita que a diversidade no ambiente de trabalho pode gerar resultados excelentes. E, no dia 8 de março de 2014, dia Internacional da Mulher, eles se focaram em mostrar a força das mulheres na TI, além de incentivar que novas programadoras, engenheiras, desenvolvedoras, técnicas, etc., sigam seus sonhos e criem ferramentas que ajudem a mudar o mundo.

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O Women Techmakers em parceria com o Google criou um evento global para aumentar a visibilidade das mulheres de TI, inspirar a comunidade e discutir políticas e maneiras de estruturar ambientes de trabalho para incentivar a maior participação feminina no mundo da tecnologia. Foram uma série de debates, palestras e workshops que ocorreram simultaneamente em diversas cidades do mundo.

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A equipe aqui da PopUp participou da edição de São Paulo, que foi toda organizada pela galerinha do Google com ajuda do Google Developer Group (ou GDG). O evento teve um painel de discussões com mulheres líderes em tecnologia, lightning talks com desenvolvedoras, um workshop de Android e, no final, uma hackathon relâmpago para testar o conhecimento do pessoal que estava presente. E eu vou contar pra vocês como foi!

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Brunch, Networking e Abertura

O dia começou com um buffet delicioso oferecido aos participantes. Mas, a ideia não era só alimentar todo mundo, mas fazer com que, em um clima agradável e descontraído, as pessoas se conhecessem. Aos poucos a timidez foi vencida e a galera começou a interagir.

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Foi muito interessante ver o rosto de algumas pessoas que eu só conhecia pela internet e conhecer profissionais com perfis, gostos e ideias diferentes. Pluralidade assim só contribui com a comunidade, para ajudar a brotar mais e mais inovação.

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Com todo mundo alimentado e integrado, começaram os workshops e gente compartilhando o que sabe.

Como era o Dia Internacional da Mulher e o evento foi idealizado e organizado pelo Women Techmakers, não é difícil deduzir que todas as palestras foram dadas por mulheres. Cada uma falando sobre sua área de conhecimento e mostrando que são realmente feras naquilo que fazem. A qualidade do conteúdo, como já era esperado por mim, foi altíssima.

Painel de Discussão: Por que existem tão poucas mulheres na tecnologia?

O primeiro bate-papo já começou com um questionamento importantíssimo e buscando soluções para um problema claro: Por que existem tão poucas mulheres na TI? É simplesmente falta de interesse do público feminino ou falta de incentivo? Será que ainda existe na cabeça das pessoas o pensamento que certas atividades são “de menino” enquanto outras são “coisa de menina”, e mexer com TI se enquadra nas coisas “de menino”, o que torna uma carreira muito pouco incentivada para meninas e garotas adolescentes?

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Um ponto importante que foi levantado é a questão dos brinquedos que são dados às crianças como presentes. Entre as histórias compartilhadas pelas mulheres da platéia que atuam na área existia quase sempre um ponto em comum: muitas vezes quando crianças as meninas queriam um brinquedo que incentivasse o raciocínio lógico e a integração com a tecnologia, mas não ganharam. Computadores, jogos, kits de engenheiro mirim são dados, em sua maioria, para os meninos. E a menina que se interessa por isso tem que “roubar” o brinquedo do irmão. Não foi difícil encontrar este tipo de história entre as desenvolvedores que participaram do evento, o que levou a outro questionamento importante: se, em muitos casos, a brincadeira de criança incentiva as aspirações profissionais futuras, negar estes brinquedas para meninas acaba reprimindo o gosto dela por tecnologia e, aos poucos, faz com que ela veja o trabalho na área como algo cada vez mais distante da realidade dela. Talvez a padronização de gostos por gênero acaba fazendo com que exemplos de adultas na TI sejam muito escassos, o que reflete em uma falta de identificação de uma menina com a profissão e resulta em uma quantidade cada vez menor de mulheres trabalhando nessa área.

Por último, foi colocado em pauta a participação do professor de ensino infantil, fundamental e médio na formação profissional dos seus alunos. Tecnologia é uma realidade no dia-a-dia de muitas crianças e adolescentes. No entanto, o computador ainda é visto como um inimigo do aprendizado. Faz sentido, em um mundo tão tecnológico, o professor de Ensino Médio exigir que um trabalho seja escrito à mão? A resposta para essa pergunta é que, fazendo trabalhos escolares à mão o professor está garantido que o aluno irá, ao menos, ler o conteúdo. Será? Ou isso é apenas um paliativo para um problema maior: os adolescentes não estão sabendo usar a internet e tecnologia como meio de pesquisa e aprendizado, e simplesmente copiam os primeiros textos que encontram.

Graças a internet, as pesquisas não são mais limitadas a livros que encontramos em uma biblioteca. A pluralidade de opiniões e informações é tão grande que, online, é possível encontrar e praticamente qualquer livro, o que enriquece muito mais uma pesquisa. Talvez, o que tenha que ser repensado é a maneira como o professor encara a tecnologia. Acredito que uma reforma em aulas de informática na escola é fundamental para mudar este quadro. Mais do que aprender a usar kits de escritório, mostrar ao aluno como pesquisar, filtrar e produzir conteúdo pode contribuir com o desenvolvimento da comunidade. E, por consequência, criar mais pessoas, e mulheres, interessadas em trabalhar com a tecnologia em suas mais diversas formas.

O debate se estendeu por quase 2 horas. E só acabou por falta de tempo disponível, já que é um tema que existe muita coisa a ser discutida.

No final deste painel, foi determinado que o tema do Desafio de Apps no final do evento seria planejar algo que contribuísse para resolver ou amenizar os problemas principais levantados: Por que existem tão poucas mulheres interessadas em tecnologia? Por que, dentre as interessadas, tão poucas entram em uma faculdade? E, finalmente, por que existe um número tão grande de desistência nos cursos superiores ligados a TI?

Lighting Talks

Um desafio para as palestrantes que eu achei muito legal: cada uma teria 5 minutos para apresentar uma palestra técnica sobre um tema ligado a TI.

Pra quem acha que é difícil dar uma palestra em 5 minutos, vou dizer uma coisa: todas as palestras foram extremamente enriquecedoras e com um conteúdo fantástico! O nível das palestrantes foi altíssimo. Difícil escolher a favorita. Vou falar um pouco sobre cada uma delas:

Flavia Gamonar – Como modelar sua ideia de negócio antes de começar a programar?

Enquanto eu assistia esta palestra era impossível não me lembrar do texto do Fábio Yabu “Teve uma ideia? Problema seu!“. Resumindo a conteúdo central do texto: ter uma ideia é descobrir um problema que precisa ser resolvido.

Às vezes, partimos direto para a programação de um projeto, sem antes modelar a ideia por inteiro e saber exatamente que caminho seguir. Isso acaba gerando refações e custos adicionais, já que abre um espaço grande para imprevistos. A Flavia deu dicas de ouro para quem quer começar a empreender e sobre como usar o Business Model Canvas para deixar claro tudo o que está envolvido no projeto, criar metas atingíveis a curto, médio e longo prazo e evitar surpresas.

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Alvi Miranda – Pentaho e Wikipedia: O novo banco de dados.

Pentaho é um software open source desenvolvido em Java, utilizado para inteligência empresarial e mineração de dados. E a Alvi mostrou como integrar o Pentaho com um banco de dados riquíssimo e disponível a todos: a Wikipédia.

Vanessa Tonini – A Open Web Platform em prol do seu app!

A Vanessa Tonini mostrou como o futuro do seu app está ligado em plataformas abertas e grátis da Web. E como isso facilita a criação de novas aplicações.

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A aceitação de HTML5 e CSS3, por exemplo, vem aumentando cada vez mais. Em pouco tempo, estas linguagens serão fundamentais para a criação de novas aplicações. E o interessante: o uso dessas tecnologias tornam muito mais fácil fazer com que suas aplicações sejam interativas e operem em diversos aparelhos diferentes. Isso fará com que diversos aparelhos da sua casa sejam interconectados e conversem entre si. Já está se tornando realidade você poder operar sua televisão através de seu celular ou tablet. Em pouco tempo, sua banheira, geladeira e fogão também estarão conectados.

Camila Achutti – AppInventor: um software livre por mais mulheres na computação.

Ter a ideia, programar, testar, descobrir que tem um erro, programar de novo, testar de novo, validar a ideia e publicar seu App. Parece difícil? Não mais. O AppInventor é um software que facilita muito o processo de criação de seus aplicativos e democratiza o aprendizado para o público não-técnico.

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A Camila mostrou pra gente como tudo acontece e como fazer algo funcional se torna mais rápido e simples. Ela também apresentou o seu case com uma equipe composta por mulheres que usaram o AppInventor para participar de maratonas de desenvolvimento, comunidades e conquistar o mundo!

Leticia Reis – Desenvolvimento de Jogos com Corona SDK

Você gosta de jogos? Bom, eu adoro. E fiquei muito feliz em saber que, sim, é possível que eu desenvolva um jogo em 5 minutos com Corona SDK.

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A Leticia, que já trabalhou em empresas como a EA, mostrou pra galera que da pra fazer jogos de maneira ágil e divertida usando o Corona SDK. Achei incrível como ela fez parecer simples o desenvolvimento de um jogo, ainda mais só em 5 minutos.

O desenvolvimento foi muito prático e ágil, e a palestra deixou tudo bem claro. Em mim, particularmente, acordou aquele bichinho que vinha dormindo dentro da minha cabeça, chamado “tenho vontade de desenvolver jogos”. Achei bem empolgante.

Viviane Delvequio – Experiência do usuário: e o que eu tenho a ver com isso? – Uma passada rápida sobre o que é UX e qual a sua relação com desenvolvedores

Você é desenvolvedor, certo? Está preocupado com UX, ou deixa isso tudo nas mãos do Designer? Basicamente, foi esta a questão levantada pela Viviane em sua palestra.

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Muitos designers, por mais que tenham estudado e pensado em toda a experiência do usuário em seu projeto, acabam não levando em consideração alguns pontos que só um desenvolvedor pode falar. Questões como “em que ponto da aplicação irá iniciar os uploads da minha imagem, para que isso se torne imperceptível ao usuário” ou “como a velocidade de feedbacks do sistema pode impactar na UX” foram levantadas e respondidas.

No final, ficou claro que, para uma boa experiência do usuário em seu projeto, o ideal é uma integração perfeita entre os designers e desenvolvedores. De nada adianta só um dos lados pensar no usuário. Quando todos os envolvidos fazem isso, o resultado final é muito melhor.

Beatriz Blanco – Design de interação e narrativa em games

Basicamente: todo game tem uma narrativa e conta uma história. E diversos elementos dentro do game são fundamentais para a imersão do usuário e o envolvimento com o enredo.

A Beatriz mostrou pra gente várias dicas, sempre com exemplos, de como despertar a emoção desejada no jogador, e fazer com que a história seja envolvente e interessante.

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Beatriz de Almeida Pacheco e Ilana de Almeida Souza Concilio – Guidelines para Design de Interação: contribuições da Enação e Corporificação.

Designer e Desenvolvedora falando sobre como é importante os dois lados trabalharem unidos em um projeto.

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A palestra foi recheada de dicas de Design de Interação para termos um projeto perfeito, e as consequências disso no resultado final.

Livia Gabos – Para quem você desenvolve?

Você não é o público a ser atingido pelo seu produto. Conhecer o seu público, suas dificuldades e anseios é fundamental para o sucesso da sua aplicação.

Um erro comum é não fazer este tipo de levantamento antes de começar o desenvolvimento. Acabamos construindo algo para um perfil limitado e que, em alguns casos, pode parar na falta de acessibilidade de seu produto. O contraste de seu site está bom? E para alguém que tem problemas de visão? Um cego consegue acessar suas informações? E como alguém com dificuldades motoras vai interagir com seu produto?

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A Livia mostrou pra gente exemplos de como contornar estas situações e como deixar sua aplicação mais acessível ao usuário.

Paula D. Paro Costa – Animação facial expressiva e a busca por interfaces mais eficientes e intuitivas

Já parou para pensar no futuro das interfaces? Primeiro, eram apenas textos. Depois, foi possível dar comandos de voz para acessar conteúdo. Não é mais tão raro assim ter respostas ao seu comando de voz, tornando a coisa mais interativa (como a Siri, nos produtos da Apple). E, como será no futuro? Nos apaixonaremos por nossos computadores, como Theodore no filme Ela (Her, 2014)?

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A Paula nos mostrou um pouquinho de como ela imagina este futuro (que segundo ela envolverá uma interface com o Brad Pitt dando “Bom dia!” e contando o que existe dentro da sua geladeira). Através da sua pesquisa, ela está desenvolvendo um projeto de animação facial e expressiva, buscando uma maior interação entre o humano e a máquina, tornando a interface mais eficiente, humana e intuitiva.

Lílian Barroso – Como (não) invadirem seu banco de dados

Qual é o pote de ouro da sua empresa? As informações que você armazena! Já parou pra pensar na quantidade imensa de documentos, projetos e informações confidencias você tem armazenado em um banco de dados? E o tamanho da dor de cabeça que daria se isso tudo vazasse?

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E a Lílian perguntou: isso está seguro? Mesmo? Tem certeza? Certeza certezinha? Enfim… em um bate-papo super animado e descontraído, ela mostrou pra todo mundo como proteger seu banco de dados e as suas informações, e deu dicas para fazer isso. Mostrou pontos interessantes a se pensar enquanto estiver desenvolvendo para garantir a segurança da sua informação.

Lia Carrari – Soluções Cloud do Google

Fechando a sessão de Lighting Talks, a Lia, organizadora do evento e engenheira do Google, levou a gente para um tour dentro dos servidores da empresa.

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Ok, não foi algo presencial. Mas foram fotos e imagens de soluções pensadas pelo Google para estruturar e manter seus servidores ao redor do planeta. Com um ar futurista, lugares lindos e soluções inteligentes a gente viu como todas as máquinas são organizadas visando a melhor performance.

Ufa! Foram essas as palestras técnicas dessa sessão. Todas em 5 minutos, mas com muito conteúdo! Tanta informação assim merecia um Coffe Break e um tempinho para que formássemos as equipes, discutíssemos ideias para o que viria a seguir: Workshop de Android e uma mini hackathon para a criação de um App que propusesse uma solução aos problemas levantados no debate do início do dia.

O fantástico mundo do Android em 40 minutos

Bom, depois de tudo isso, veio um Workshop que serviria como preparação para o que viria em seguida. A Suelen Carvalho foi quem liderou a palestra, falando em uma linguagem super técnica e objetiva sobre os principais pontos a serem abordados por desenvolvedores na hora de criar suas aplicações.

Foram levantados temas como o ciclo de vida de um aplicativo, sua interação com banco de dados, comportamentos esperados de botões e itens de interatividade. Um prato cheio para curiosos começarem a se aventurar no desenvolvimento de Apps e profissionais mais experientes aprofundarem seus conhecimentos.

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Hackathon Relâmpago

O desafio era complicado: em uma hora deveríamos criar uma aplicação que contribuísse para incluir mulheres na Tecnologia. Poderia ser uma aplicação online ou um aplicativo de celular / tablet. Nós deveríamos nos juntar em um grupo de 4 pessoas e desenvolver a ideia.

Eu exerci a função de designer e o grupo em que eu estava tinha também a Dani Guerrato (também designer e minha sócia na PopUp), a Letícia Reis (desenvolvedora) e o Bruno Cicanci (desenvolvedor, que já tinha trabalhado com a Dani no projeto PowerUp). Após debatermos a ideia e chegarmos em um consenso do que seria feito, eu percebi o quão sortudo eu era por estar cercado dos melhores profissionais que eu poderia conhecer.

Como bons especialistas em desenvolver jobs na velocidade da luz, eu, a Dani, a Letícia e o Bruno montamos um protótipo funcional do 4Fun. A ideia da aplicação partia da seguinte conversa que tivemos no debate no início do evento: muitas vezes as brincadeiras das crianças incentivam quais serão suas aspirações e gostos profissionais no futuro. Chegamos a conclusão que o preconceito na hora de presentear uma criança baseado no “isso é coisa de menina e isso é coisa de menino” pode acabar desestimulando ou reprimindo uma menina ou menino a fazerem escolhas de brincadeiras que não se enquadram no perfil pré-determinado, o que, no futuro, pode gerar o distanciamento de certas atividades por falta de incentivo na fase de aprendizado. Nossa ideia era criar um App de indicação de conteúdo (livros, filmes, jogos), onde levassemos em consideração apenas os próprios interesses da criança, não uma pré classificação baseada em gêneros. Assim, todas as crianças, meninos ou meninas, poderiam encontrar atividades que estimulem elas a fazer aquilo que realmente gostam (seja aprender o básico de computação ou a cozinhar) e enriquecer a sua bagagem cultural, sem influência ou visões preconceituosas que inibam ou incentivam determinadas atividades por levarem em consideração apenas o sexo da criança.

Assistindo as apresentações dos outros grupos tenho a certeza que muita ideia boa surgiu neste evento. Se toda a galera conseguir colocar suas ideias em prática, podemos ter muito mais certeza de que, além de aumentar e muito o nosso conhecimento em tecnologia, o encontro gerou frutos e iniciativas que de fato contribuindo para transformar o mundo através da tecnologia.

E o que me deixa mais orgulhoso é que, com tantas ideias boas, o 4Fun foi escolhido como vencedor da hackathon que rolou ali! Fiquei realmente feliz com o feedback positivo que recebemos.

Como prêmio pela vitória, levamos pra casa um Chromecast (que já está sendo muito bem aproveitado por aqui, diga-se de passagem) e outros brindezinhos do Google. =D

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Rounds bônus: MariaLab

No final do evento a Nessa Guedes divulgou uma iniciativa super legal: o MariaLab. Trata-se de um hackerspace localizado em São Paulo. Para quem não conhece o conceito, um hackerspace é um espaço colaborativo, gratuito, onde todos podem aprender e ensinar coisas novas além de criarem projetos de design, desenvolvimento, etc.  O diferencial do MariaLab é ser super receptivo ao público feminino. Mas todos são bem vindos ao MariaLab e meninos também podem participar!  Por enquanto o espaço ainda está em fase de construção, mas você já pode dar uma olhadinha no site e na lista de discussão para se envolver com o projeto.

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Finalização do evento e gostinho de quero mais…

Impossível não sair satisfeito e empolgado de um evento como esse. Foi motivador ver tanta gente trabalhando para transformar o mundo a sua volta usando a tecnologia. Mais motivador ainda ver todo o esforço das pessoas da organização para que o evento aconteça. Pelo o que eu ouvi lá, teve gente que estava de férias e voltou só para que tudo acontecesse perfeitamente.

As imagens deste post foram retiradas dos canais de divulgação do evento grupo GDG SP no MeetUp e do Women Techmakers no Google+.

Gostaria de dar parabéns a todas as organizadoras, painelistas, palestrantes, voluntárias e todo mundo que doou o seu sábado para que o encontro acontecesse. Foi demais! Obrigado pela dedicação em fazer algo assim e, se tiver mais, minha presença já está garantida.

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Leandro Lima

Leandro Lima

Designer, palestrante, nerd e co-fundador da PopUp junto com a Dani Guerrato. É apaixonado por criatividade e tecnologia. Trabalha com UX Design e Design de Interfaces há mais de 8 anos. Adora jogar xadrez, é fã do Rubens Barrichello e acredita que o universo tem 10 ou 11 dimensões.

Você pode achar o Leandro por aqui: Facebook - Twitter - - Instagram - LinkedIn

  • Lia Carrari

    Incrível sua cobertura do evento Leandro! Adorei a descrição e principalmente sua participação no dia.
    Muito obrigada e espero vê-lo por aí nos próximos eventos.

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