Dani Guerrato

Minha jornada com a tecnologia

Por | Comentários: 24

Neste artigo vou contar um pouquinho da minha trajetória profissional, quais foram as dificuldades enfrentadas ao longo da minha carreira e qual é a importância de ter mais mulheres no mundo da tecnologia.

Ontem eu participei de um evento organizado pelo Google Developers Groups chamado “GDG Drops – Mulher na tecnologia“. Foi super inspirador para todos na platéia ver as histórias de diversas mulheres que encararam desafios incríveis para, no mínimo, ir contra uma tendência atual (já que a maior parte dos profissionais nesta área são homens) e no máximo “apenas” mudar o mundo usando a tecnologia como ferramenta.

O Problema

O principal ponto discutido no evento foi a importância da diversidade de profissionais dentro de uma empresa. Já até falamos um pouco da iniciativa Women Techmakers por aqui. Não apenas entre os sexos – mas entre pessoas de diferentes culturas, idades, raças, opções sexuais, etc. Grupos de pessoas diferentes possuem uma capacidade criativa muito maior, portanto, é fundamental para as empresas que exista paridade de gêneros. Afinal, como podemos saber quais são os desafios e dificuldades para projetarmos soluções se só uma parcela da população tem voz? Não que isto seja um “plano maligno do patriarcado” ou algo assim. A verdade é que existe pouco interesse das mulheres pela área. E iniciativas como a deste evento vem justamente para tentar mudar este cenário.

A ideia

Uma das coisas discutida foi a importância de “role models” e histórias de superação. Bem, eu não acho que sirvo exatamente de modelo para ninguém e minha história é até bem comum. Mas decidi compartilhar um pouco com vocês da minha trajetória na esperança que ela possa inspirar alguém também – homem ou mulher – a se interessar por esta area ou a simplesmente não desistir nos primeiros problemas. Ela não é tão incrível quanto as histórias do GDG Drops (que você deveria definitivamente ir nos próximos eventos). Mas pode ser parecida com sua. Este é um post bem pessoal. É basicamente um relato sobre a minha formação profissional. Mas talvez você possa aprender alguma coisa com meus erros e acertos.

Sobre coisas “de menina”

Nunca me interessei por coisas estereotipicamente “femininas”. Meu único par de sapato é um tênis pois eu não tenho o menor equilíbrio para andar de salto e meu método para pintar as unhas envolve pintar o dedo inteiro e tentar limpar a bagunça depois. Quando eu era criança queria bonecos dos Power Rangers ao invés de Barbies e trocava qualquer livrinho de romance açucarado por aventuras com dragões, espadas e magia. Nada disso tem exatamente a ver com tecnologia. Mas acho que desde cedo eu me acostumei a me aventurar pelos espaços “de menino”. Enquanto as meninas da minha escola queriam ler capricho eu gostava de discutir sobre a última Herói ou Nintendo World. Eu acabei me acostumando a contragosto ao ouvir frases como “você joga videogame bem – para uma menina”, ou “você toca guitarra bem – para uma garota” ou “você escreve bem – para uma mulher”. Mas este tipo de coisa nunca me desanimou. Muito contrário, me estimulou a ser ainda melhor em videogames, montar uma banda de rock só de garotas ou a publicar meus textos em um blog. Encarar as dificuldades como desafio faz toda a diferença.

Em resumo, eu me sentia diferente das outras meninas na infância e isto me deu uma certa coragem para invadir espaços com mais homens sem me sentir intimidada por esta diferença de gêneros. Mas não significa de maneira nenhuma que qualquer mulher “precisa” se sentir diferente para gostar de tecnologia. Ou seja, mesmo quem se encaixa perfeitamente em todos esses estereótipos bobos de coisas “de menina” não precisa ter medo. Se só as meninas nerds fizerem tecnologia estaremos excluindo uma parte da população. E não queremos deixar ninguém de fora!

Inicios

Eu lembro a primeira vez que eu vi um computador. Tenho hoje 27 anos e imagino que foi lá para o final dos anos 80. Eu achei que era um microondas. Quando meu pai explicou o que era eu fiquei encantada. Era uma caixa mágica capaz de fazer coisas incríveis! Desde este dia eu fiquei alucinada querendo um para mim. Quando eu tinha 8 anos meus pais finalmente cederam e me colocaram em um curso de informática em uma escola chamada Future Kids. Eu iria aprender coisas super interessantes como ver computadores por dentro, usar programas gráficos e a coisa mais incrível de todas – usar a internet! A abordagem da escola era super lúdica – nós jogávamos Sim City 2000 e aprendíamos a administrar o orçamento da cidade utilizando planilhas de Excel. Começaram enfim as aulas de programação. Na época era apenas o Edit do DOS, mas eu adorava! A alegria durou pouco. A escola fechou antes que eu pudesse aprender muito mais que isto e eu demorei uns bons anos antes de ter meu próprio computador em casa.

Os primeiros passos

Mas o meu pai tinha um. Não tinha internet ainda em casa e ele não me deixava instalar jogos (para “não estragar”), mas ele tinha aplicativos. E eu gostava de fuçar! Fiz varias besteiras como deletar arquivos importantes e modificar todas as configurações possíveis. Eventualmente fui descobrir sozinha como funcionavam os tais aplicativos que ele tanto gostava. Eu aprendi a mexer no Corel Draw e fiz a carteirinha do meu fã clube dos Power Rangers em casa – usando Comics Sans e radial de arco-íris. Tive meu primeiro contato com o pacote Adobe e segui aprendendo coisas por conta própria.

Escolhendo uma profissão

Eventualmente ganhei meu próprio computador, veio a adolescência e, bem, agora eu podia instalar meus jogos – o que ocupava grande parte do meu tempo. O resto do tempo era dividido entre minhas outras duas paixões: ler livros e tocar guitarra. Quando chegou a época do vestibular minha principal dúvida era exatamente entre estas duas esferas de estudo: Letras ou Música. Acabei optando por Letras e resolvi fazer um cursinho para estudar em uma faculdade federal. Eu queria seriamente ler todos os livros do mundo e criar minhas próprias histórias. Nesta mesma época, a minha família, que sempre morou em São Paulo, decidiu mudar para uma cidade pequenininha no litoral. Tive que mudar também. Para um adolescente isto é um grande passo. Temporariamente precisei dar um pause em tudo: meus estudos, meus planos de carreira, meus amigos, minha banda de rock, etc.

Com 20 anos entrei em Letras na USP. Mas quando voltei para São Paulo as coisas não estavam exatamente como deixei. Meus amigos tinham seguido em frente, a banda já tinha achado uma nova guitarrista, eu estava longe da minha família e não tinha um emprego. São Paulo tinha mudado e eu também. E agora eu tinha um novo desafio: morar sozinha. Eu não sabia fazer nem miojo. E vivia apenas com uma ajuda dos meus pais, ou seja, não tinha grana para nada – nem ao menos para ter internet em casa. Apesar disso o primeiro ano foi super legal. Eu conheci o meu atual sócio / noivo Leandro e aprendemos a fazer miojo juntos. A faculdade era legal também – minhas notas eram boas, as matérias interessantes, tudo ia bem.

Vida de universitária

A partir do segundo ano as coisas começaram a complicar. Eu precisava encontrar um emprego desesperadamente mas ao invés de “redatora” ou “pesquisadora” as opções que me apareciam na frente eram do tipo “secretariado bilingue”. Não tinha nada a ver comigo. Fui em diversas entrevistas de emprego e a resposta era um não seguida de um “você não tem o perfil que procuramos”. As matérias da faculdade começaram a mudar de foco de literatura e passar para gramática. Epa! Não era isto que eu queria estudar. A sensação de “eu não faço ideia do que eu estou fazendo com a minha vida” era sufocante. Cada vez mais eu me via sem espaço para criar coisas. O auge foi quando eu entreguei um trabalho e a professora respondeu “Vou te dar 5. Suas ideias são ótimas e tudo o que você falou faz total sentido, mas como está em desacordo com a opinião do Prof. Dr. X não é valido”. Outra professora nos passou um trabalho de transcrição fonética. Era basicamente ouvir um audio de uma fitinha e transcrever. Depois ela usou todas as transcrições feitas pelos alunos no livro dela. Sem dar nenhum crédito. Uma sirene de alerta se acendeu na minha cabeça. Eu simplesmente não teria nenhum espaço ali para ter pensamento crítico ou criar coisas novas. Isto me incomodou tanto que, após dois anos de curso, tentei pedir transferência para outro curso dentro da própria USP. Para isto era necessário cumprir três requisitos: notas boas, prova escrita e entrevista. Passei com louvor nos dois primeiros, mas me barraram na entrevista. Meus motivos não eram bons o suficiente para me transferirem. Sem alternativa tomei a única decisão que fazia sentido naquele momento: larguei a faculdade.

Uma decisão “errada”

Todo mundo achou um absurdo. Como eu podia abrir mão do privilégio de estudar em uma faculdade pública só por que não gostava do curso? Uma amiga próxima chegou a dizer “Se você largar a USP não falo mais com você”. E realmente nunca mais falou. Mas eu já tinha perdido muito tempo. Com 21 anos as pessoas já estão formadas. Eu não tinha dinheiro nenhum para pagar uma faculdade particular. Comecei a entrar em depressão.

Como aprendi HTML

O que me animava era o meu novo hobbie. O Leandro começou a fazer um cursinho de WebDesign destes de bairro. Eu peguei as apostilas de HTML dele emprestadas e comecei a estudar com um notebook velho. Para facilitar os estudos eu fazia resumos e reescrevia o conteúdo da apostila do meu jeito. O Leandro copiou alguns programas para mim em um pen drive e, antes que eu me desse conta, estava estudando WebDesign. Sem nem ter internet. Comecei a buscar livros sobre o assunto e assistir todas as palestras gratuitas que eu conseguia encontrar. Eu decidi me arriscar e ir em uma entrevista de estágio em uma agência pequena. Eu tinha algumas horas para desenvolver um pequeno layout. Fui aprovada dois dias depois. De repente, eu tinha um emprego!

O primeiro emprego na área

Queria contar para vocês que me dei super bem nesta primeira agência. Que tudo foi lindo. Mas a verdade é que eu pedi demissão depois de três dias de trabalho. O motivo? Era tanta pressão que eu falava sobre código até dormindo. Esta agência vendia templates para pequenos comércios locais. A meta era desenvolver CINCO templates por dia. Obrigatoriamente usando tabelas (argh). Simplesmente não consegui dar conta e tive que ser sincera com o meu chefe e pedir as contas. Esta experiência foi importante para eu aprender duas coisa: 1) Eu não gostava de templates. Aquele esquema de vender sites genéricos não era para mim. 2) Eu precisava estudar MAIS.

Portfólio sem clientes

O dinheiro que eu recebi pelo pouco que eu trabalhei era o suficiente para ter internet em casa por alguns meses. Com o Google a mão tudo ficou bem mais fácil. Eu passava o dia lendo documentação na W3C. Além de HTML/CSS estudei também diversas teorias de design: criação de layouts, gestalt, cores, tipografia, grids, etc. Eu comecei a perceber que não precisava de uma faculdade para ter uma carreira em tecnologia, eu precisava de conhecimento e um portfólio! Mas como ter um portfólio sem clientes?

Comecei a correr atrás de freelances. O primeiro site que eu fiz foi para uma luthieria. O dono não tinha como me pagar então fizemos uma permuta mesmo. Ele concertou meu violão elétrico e eu fiz um layout. Isto me ensinou uma série de habilidades que não estão nos livros: fazer um briefing, lidar com clientes e resolver problemas “reais”. Com o tempo a quantidade de freelances foi crescendo e eu estava recebendo dinheiro de verdade também! Os primeiros esboços do que viria a ser a minha empresa, a PopUp, surgiram daqui.

O segundo emprego na área

O meu segundo emprego fixo foi muito mais legal. A demanda de trabalho era mais adequada ao meu nível de conhecimento, eu tinha espaço para criar e, o melhor, para fazer perguntas! Aprendi muito sobre design e sobre como administrar os problemas do dia-a-dia nesta experiência. Mas eu ainda precisava de mais espaço para criar e inovar. Eu queria usar as tecnologias novas que eu tanto lia. E a quantidade de freelas em paralelo começou a ficar absurda. Eu praticamente não fazia nada além de estudar e trabalhar o dia inteiro. Eu precisava tomar uma decisão: ser funcionária ou empreender.

Eu escolhi empreender

Surgiu “oficialmente” a marca PopUp. Com CNPJ e tudo. Talvez tenha sido uma loucura. Abrir minha própria empresa com 23 anos. Sem saber nada sobre administração, contabilidade ou finanças. Mas eu e o Leandro tinhamos o sonho de criar layouts exclusivos, projetados pra atender as necessidades de cada cliente, usando o que existia de mais moderno tecnologicamente falando, com sintaxe, semântica e carinho. Sem aquele processo burocrático das empresas maiores. Sem templates e tabelas. Eu podia finalmente criar.

De volta ao presente

Neste meio tempo fiz diversos cursos livres. De marketing digital a caligrafia. Procuro ir em pelo menos um evento de desenvolvimento por mês e nunca parei de ler documentação, livros e blogs. O resultado após quatro anos? Fui convidada para dar treinamentos em grandes empresas, palestras em diversos eventos e universidades. O material que dividimos com vocês aqui já foi utilizado em aulas de pós-graduação e até mesmo em formato de livro. Fui considerada uma das melhores Webdesigners do ano. Possuímos mais projetos finalizados do que caberia em um portfólio e cheguei até mesmo viajar para a Califórnia para conhecer o Google. As pessoas demonstram um respeito e um carinho pela nossa empresa que me emociona. Tudo isto graças a tecnologia e dedicação. No final a decisão “errada” de largar a faculdade federal foi a melhor coisa que eu fiz. Não estou dizendo que você deve fazer o mesmo ou que o caminho acadêmico é melhor ou pior. Apenas não foi o meu caminho. O conselho que eu tenho para dar é: siga sua intuição e faça o que você acha certo. Não é por que você está indo contra a maré seja ao fazer coisas “de menino” ou “de menina” ou ao tomar uma decisão radicalmente contra o senso comum que isto é errado.

Não foi fácil. Não foi rápido. Mas foi incrivelmente recompensador. O meu ponto aqui é que nunca é tarde demais para mudar de carreira ou cedo demais para abrir o seu próprio negócio. Independente de quem você seja. Basta estar disposto a estudar e trabalhar duro.

A minha jornada com a tecnologia está só começando.

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Dani Guerrato

Dani Guerrato

Uma geek que adora Design, Literatura Fantástica, Games de RPG e mochaccinos de chocolate branco - não exatamente nesta ordem. É designer, desenvolvedora front-end, palestrante e co-fundadora da PopUp. Gosta de coisas estranhas como cheiro de livro e bandas de heavy metal que ninguém ouviu falar.

Você pode achar a Dani por aqui:
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  • Orgulho de ter você como sócia e noiva! ;)

  • Maria Fernandes

    Parabéns! Bela estória. Palavras que me identifiquei demais: “…com sintaxe, semântica e carinho.”

  • Renan Smit

    Muito obrigado! Me motivou ainda mais!

  • Rafael Castro

    Dani na introdução do seu site vi que você tem o livro Layout – Gavi Ambrse e Paul Harris, poderia nos dizer a utilidade desse livro para o desenvolvimento de site web? Seria interessante também obter os outros? Obrigado.

    • Oi Rafael,

      O livro fala um pouco sobre projetar layouts para internet. Não fala sobre código, mas te ajuda a ter uma base sólida de design para criar os layouts. ;)

      • Rafael Castro

        Muito Obrigado pelas informações já adquiri os 2 livros desses autores,queria aproveitar para dizer que sou fã do trabalho de vocês, todos os dias praticamente estou aqui no blog, para conseguir inspiração.

  • Ygor Torquato

    A iniciativa de vocês dois, Dani e Leandro, realmente me inspira e motiva. Tenho passado por uns momentos difíceis. Seu depoimento me motiva a persistir em buscar o que quero e acredito… Obrigado pelo blog e pelos ótimos artigos. Deus os abençoe. Parabéns.

  • Thayna Rocha

    Aiii que lindo! história muito inspiradora principalmente pra mim que estou começando agora na área de web *-*

  • Dory

    Encontrei o blog hoje por causa do artigo no Tableless, parabéns pelo trabalho, muito inspirador!

  • Felipe Oliveira

    Parabéns! Seus artigos são ótimos.
    Tenho uma dúvida, você disse que seu primeiro emprego era um estágio, mas pra estagiar é preciso estar matriculado corretamente em algum curso, certo?

    • Oi Felipe,
      Oficialmente sim. Mas muitas empresas chamam coloquialmente de “estágio” uma vaga para profissional iniciante.
      Um abraço!

      • Felipe Oliveira

        Entendi Dani, obrigado!
        não sabia dessa, rs.

  • Olá Dani, Ótimo post! :D

    Foi muito bacana o jeito como você começou a estudar. Eu já encontrei vários artigos que me ajudaram bastante, como por exemplo, como se tornar um dev Front-End por Diego Eis. Teria como você fazer um post parecido, mas pra Design? :D Falando: O que estudar e recomendações de livros. Você deve saber vários autores indispensáveis. :D

    Serei eternamente grato! :D

    • Oi Felipe, um post assim já está na nossa to-do list! :)

      Enquanto isto fica como dica a coleção de livros Design Básico da Editora Bookman. Tem um livro sobre cada tema: Layout, Tipografia, Grid, Cores, etc.

      Um abraço!

  • Seria muito interessante vocês colocarem a data em que as postagens foram publicadas. Não sei se estou lendo um post antigo ou atual. #FicaDica

  • RafaelParanaiba

    Parabéns pela força de vontade Dani. Conheci a Popup por um artigo sobre tipografia que publicou no Tableless, excelente como todo o conteúdo que encontrei por aqui. :)

  • Gabriella Tardivo

    Parabéns Dani! Você é uma inspiração para todas garotas programadoras ;)

  • Rogério Ribeiro

    Parabéns Dani, assisti uma palestra sua e do Leandro na FAI em Adamantina o ano passado, e de lá pra cá de vez em quando dou uma passada aqui no blog. Vocês são fantásticos, podiam criar cursos de web designer e designer responsivo, pq conhecimento vcs tem demais.

  • River

    Dani… Melhor Pessoa <3
    Comecei a acompanhar o PopUp por ter visto o seu trabalho no Tableless, parabéns pelo trabalho e sucesso <3 (*-*)/

  • Dani adoro como vc escreve e comunica suas ideias! Top! Te achei procurando dicas de css para imprimir e sempre estou por aqui. Nao tenho experiencia nenhuma com html e css e vc ajuda muito pessoas como eu. Obrigada!

  • Claudia

    Nossa, foi muito inspirador sua história Dani!
    Eu sempre tive uma curiosidade em saber como foi sua trajetória. Há uns meses eu estava tão desmotivada com a minha carreira… Decidi mudar tudo da minha vida, dá um medinho desgraçado, mas ver que pode deu certo para você me animou! Sinto que que a frase “siga sua intuição e faça o que você acha certo” foi a melhor coisa que eu poderia ter lido atualmente. Estou seguindo minha intuição e vou continuar fazendo isso (:

    Obrigada por me motivar de alguma forma <3

  • Sarah

    Parabéns! que história! muito motivadora mesmo, vc é um exemplo, me identifiquei muito com sua história, muito sucesso e felicidade para vc!

  • Publisher

    poxa developerssssssssss de qualidade…

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